quinta-feira, 31 de julho de 2008

KAZAPI LANÇA CAMPANHA NO PRÓXIMO SÁBADO


Embalado com o ritmo da campanha, o candidato à vereador pela Juventude Gabriel Kazapi, realizará o lançamento oficial de sua campanha no próximo sábado (02), reunindo o grupo que lhe apóia, eleitores, simpatizantes e lideranças políticas.


Para o jovem advogado o momento é ímpar, pois Florianópolis precisa respirar os bons ares de uma nova política onde o respeito e trabalho sejam norteadores para um projeto de sustentabilidade sócioambiental que é tão necessário a capital dos catarinenses.

AGENDA
02 de agosto (sábado) no Mecenas Bar (atual Hi Fi), a partir das 11 da manhã, Lançamento Oficial da candidatura à vereador de Gabriel Kazapi

LIDERANÇA DA JUVENTUDE NA SERRA SEGUE CRESCENDO EM SUA CAMPANHA


Como compromisso na ampliação dos espaços políticos, a JPS/SC destaca importantes candidaturas à vereador pelo partido, onde a juventude mostra que o maior desafio está na busca do eleitorado e na construção de um projeto político para o PPS de Santa Catarina.

Marcius Machado (foto) principal liderança serrana da Juventude, está se destacando em sua campanha para conquistar umas das vagas na Câmara Municipal de Lages, “a adesão dos eleitores é visível e empolgante, o povo quer renovar”, comenta o representante comercial Sérgio Popper que esteve caminhando com o candidato nas ruas da cidade. Em 2004 o candidato Marcius Machado já havia ficado na 1ª suplência, tendo assumido a cadeira por um período em que encaminhou diversos projetos na Câmara de Vereadores, agora pretende ser titular e contribuir com a população lageana.

Para o presidente da JPS/SC, Alisson Micoski, que está acompanhando as principais campanhas da Juventude pelo estado, a oxigenação de “caras novas” nos quadros e na atuação dentro do partido está em franco desenvolvimento, “isso tem trabalho nosso e é gratificante, a atual gestão fez uma histórica atuação interiorizando a forma de se construir a Juventude e aproximando isso das instâncias partidárias onde conseguimos alcançar”, comemora Micoski.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

CATARINENSES TERÃO ENTIDADE QUE REPRESENTARÁ USUÁRIOS DE RODOVIAS

Os coordenadores do Movimento pelo Pedágio Justo, Decente e Popular já definiram a data e o local para a Assembléia Geral que criará a AURESC - Associação dos Usuários das rodovias do Estado de Santa Catarina.

Segundo o coordenador geral Sérgio Pöpper todos os catarinenses que utilizam as rodovias em Santa catarina estão convidados para participarem do evento que ocorrerá no dia 04 de agosto próximo, a partir das 8h e 30 min, no Sindicato dos Representantes Comerciais, em Blumenau.
Após o evento os presentes serão recebidos com um café da manhã.
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Movimento pelo Pedágio Justo, Decente e Popular
O coordenador geral do Movimento pelo Pedágio Justo, Decente e Popular, em conformidade ao art. 53, da Lei nº. 10.406/02, CONVOCA todos os usuários de rodovias do estado de Santa Catarina para


ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
PARA CRIAÇÃO DA AURESC



Local: Rua Daniel Pfaffendorf, 165 B: Itoupava - Seca - Blumenau SC
Data: 04 de agosto
Hora: 8 h e 30 min
1 ª Convocação: 8 h e 30 min
2ª Convocação: 9 h
Pauta
1 – Leitura da proposta de Estatuto, sua discussão, emendas (caso houver), e aprovação para a criação da AURESC.
Atenciosamente,

SÉRGIO PÖPPER
Coordenador Geral

ELEIÇÕES 2008

Já chega a 40 o número de políticos que podem ficar fora da eleição joinvilense em outubro.
A Justiça Eleitoral indeferiu 35 dos 290 registros de candidaturas a vereador. O candidato a prefeito Josué Alves Coelho (PSTU) e a vice do Partido Verde, Hercília Reberti, foram impedidos por terem filiação fora do prazo legal.
Outros três concorrentes à Câmara - incluindo um vereador que poderia tentar a reeleição - desistiram da disputa. Tirando os desistentes, todos podem recorrer da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE).
O juiz Davidson Jahn Mello, da 96ª Zona Eleitoral, considerou grande o número de problemas relativos à filiação partidária. Ao todo, dez candidatos não tinham filiação ao se inscrever, ou tiveram a filiação cancelada pela Justiça.
Outro caso curioso é uma candidata, Maria da Luz, que aparece como filiada ao PTB e foi inscrita como candidata peemedebista. Três concorrentes do PHS não votaram na última eleição e, por isso, tiveram o registro indeferido.
Outros três têm dupla filiação.Completando os indeferimentos, estão os 14 candidatos do PR e os dois do PTB. A Justiça anulou as convenções que escolheram os candidatos, pois tanto os republicanos quanto os petebistas fizeram duas convenções cada.
Entre os que desistiram da disputa, está o único candidato a vereador do PSTU, Eduardo Jankowski. Depois que Josué Coelho foi impedido, ele tenta ser o vice de Darci Castro na chapa do partido à Prefeitura de Joinville.No PMDB, Edwin Schossland desistiu da eleição, alegando problemas familiares, e o vereador João Luiz Sdrigotti anunciou que não vai mais concorrer ao sétimo mandato na Câmara. O peemedebista está no Legislativo municipal desde 1982.

Extraído da página: www.clicrbs.com.br/anoticia

DEPUTADOS PRESTIGIARÃO EVENTO EM BLUMENAU

Já está confirmada a presença do deputado professor Grando e do suplente Aparício Voltolini, que segundo informações do gabinete estará assumindo a cadeira na ALESC.
A presença dos ilustres companheiros de partido ganham contornos significativos pelo seguinte aspecto, o primeiro porquê Voltolini é da região do Vale do Itajaí (Benedito Novo), onde é candidato à prefeito. Segundo, porquê o deputado Grando, ao prestigiar os companheiros de Blumenau, cidade onde o PPS já tem tradição, estará se envolvendo em uma campanha que terá como principal função as questões do desenvolvimento sustentável.
Certamente Sérgio Grando trará sua experiência e as idéias que lhe são peculiar para que o candidato a prefeito, Ivan Naatz que é do PV possa incrementar a proposta que será apresentada aos eleitores do município.
Quem ganha com isso é a população que tem uma terceira via de escolha.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

PV E PPS DE BLUMENAU SE MOBILIZAM PARA INAUGURAÇÃO DE COMITÊ


A Coligação PV-PPS de Blumenau, que tem como candidatos na majoritária: Ivan Naatz e Ângelo Roncáglio, estão mobilizando a militância para a inauguração do Comitê de Campanha que ocorrerá no próximo dia 08 de agosto.


Os candidatos à vereador também já começaram a fazer o convite aos eleitores e simpatizantes para o importante evento de campanha que vai deflagrar o processo dos dois partidos com vistas à eleição do dia 03 de outubro.


A ideía é fazer uma campanha leve e que venha ao encontro do eleitorado, que certamente anseia por uma nova proposta, deixando de lado a polarização e as agressões que serão produzidas pelos dois principais candidatos á prefeito.

domingo, 27 de julho de 2008

BR 470 VAI SER DUPLICADA, E DEPOIS...PEDÁGIO?

Realmente a necessidade da duplicação do trecho entre Navegantes e Indaial terão enormes benefícios, onde mais de 20 mil veículos utilizam diariamente na BR-470, sendo ela a rodovia mais importante do estado.

“O governo federal investindo em sua duplicação, fazendo da pista algo mais seguro e que atenda o fluxo dos usuários, certamente em seguida dará a iniciativa privada a concessão da estrada, um absurdo”, declara Alisson Luiz Micoski que é um dos coordenadores do Movimento pelo Pedágio Justo, Decente e Popular. Para Micoski as obras são necessárias e urgentes, mas a condução do processo no mesmo sentido em que foi realizado na BR 101 é uma grave afronta aos recursos públicos, penalizando (tributando) a população diversas vezes por algo que já foi contribuído, lamentável este tipo de “investimento” onde injeta bilhões de reais e entrega a grupos para explorar em média 25 anos.
Para o Movimento as iniciativas que venham ao encontro da duplicação e melhoria das estradas no estado são bem vindas, mas sabe-se que depois destes investimentos o poder público irá repassar à iniciativa privada o direito de exploração, a qual entrará apenas com as praças de pedágio, máquinas de roçar e latas de tinta!

SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO ELEITOR - SPE

Ficha suja faz sucesso na rede
Lista de políticos divulgada pela Associação dos Magistrados Brasileiros bate recorde de acesso na internet

O site da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) bateu recorde de acesso nos últimos dois dias desde que a entidade divulgou a lista de candidatos com ficha suja na Justiça.
Entre os dias 22 e 24 foram registrados 224 mil acessos no site, o maior número já recebido pela página da entidade em médias diárias.
A AMB afirma que o site recebeu, nos últimos dois dias, acessos equivalentes ao que tradicionalmente registra ao longo de dois meses. A entidade divulga em sua página na internet, desde terça-feira, os nomes de candidatos a cargos eletivos nas capitais federais que respondem a processos na Justiça.A entidade pretende divulgar, em curto prazo, os nomes de candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores com "ficha suja que disputam as eleições em municípios com mais de 200 mil eleitores.
O objetivo da AMB é ampliar a lista para incluir os candidatos que respondem a processos inclusive em municípios menos populosos.Apesar das críticas de candidatos à divulgação da lista, somente quatro procuraram formalmente a AMB, desde que os seus nomes foram revelados, para questionar a sua inclusão no site: Paulo Maluf (PP) e sua oponente no pleito Marta Suplicy (PT), que disputam a Prefeitura de São Paulo, Íris Rezende (PMDB), candidato à prefeitura de Goiânia, e Amazonino Mendes (PTB), candidato à Prefeitura de Manaus.Um processo no Tribunal de Justiça de São Paulo, em que o atual prefeito Gilberto Kassab (DEM) consta como co-réu, não foi incluído pela AMB na lista. Os adversários do candidato à reeleição, Marta Suplicy e Paulo Maluf, criticaram a ausência.
O processo contra Kassab teve início em 1997, quando ele ainda era secretário de Planejamento do então prefeito Celso Pitta, que também é réu. A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público paulista, com origem na 10ª Vara da Fazenda Pública, foi julgada improcedente, mas, segundo o TJ-SP, continua em andamento.
A AMB argumentou que seguiu o critério de só publicar as ações de "improbidade administrativa". O caso de Kassab é uma "ação civil pública" e, por isso, o processo não será inserido na lista.A assessoria de imprensa de Gilberto Kassab afirma que "a ação civil pública ajuizada contra Celso Pitta, em que o candidato foi citado como co-réu, foi considerada improcedente pelo TJ-SP em 7 de maio de 2008".
Para o promotor Sérgio Turra Sobrane, autor da ação, o critério utilizado pela AMB não é confiável porque as informações dos sites dos tribunais não têm valor legal.
CONFIRA OS "SUJOS" DESTE ELEIÇÃO

Critério Polêmico
- A AMB está divulgando os nomes de quem responde a ações penais e por improbidade, desde que o autor seja o Ministério Público.
- Especialistas em direito eleitoral questionam a publicação de uma lista "seletiva", ou seja, sem a ficha completa dos candidatos.
- Outras ações judiciais (civis, de cobrança ou familiares, por exemplo) não são citadas no site.
- A lista contém até agora dados relativos aos candidatos a prefeito e vice em todas as capitais brasileiras. Foram analisados 350 candidatos e, destes, 15 estão listados.
Saiba mais
Até 200 mil habitantes
A Associação dos Magistrados Brasileiros promete divulgar, nos próximos dias, os nomes dos candidatos a prefeito com ficha suja nas cidades com mais de 200 mil habitantes.
Extraido do site: www.clicrbs.com.br/anoticia

ELEIÇÕES 2008

Deu no jornal do Brasil
Bogueiro pagará R$ 21 mil por propaganda antecipada
O blogueiro Henrique Aurélio Vieira Galdino foi condenado na última quinta-feira a pagar multa de R$ 21,2 mil por ter veiculado em seu blog um banner de apoio ao candidato a prefeito e presidente da Câmara de Vereadores de Triunfo Potiguar, Jonas Estevão da Fonseca (PMDB).
A propaganda começou a ser veiculada no blog de Galdino em 14 de janeiro, seis meses antes da data estabelecida na lei eleitoral para começar a campanha política.

O banner foi removido no mês de junho e, durante o tempo em que foi exibido, o blog teve mais de 34 mil acessos.
A decisão é de segunda instância e Galdino tem 30 dias a contar da publicação da sentença para depositar o valor da multa no fundo partidário.

sábado, 26 de julho de 2008

MOTOS DEVERÃO PASSAR A PAGAR PEDÁGIO EM SP A PARTIR DE 2009

O governo do Estado de São Paulo vai revogar o Decreto 9.812, de 1977, que isenta as motocicletas da cobrança de pedágio, sob alegação de que é necessário compensar o aumento de custos no atendimento a motociclistas acidentados nas rodovias paulistas. A previsão é de que no próximo ano, depois da privatização das Rodovias Raposo Tavares, Marechal Rondon, Ayrton Senna, Carvalho Pinto e D. Pedro I, já tenha início a cobrança de pedágio dos motociclistas. Embora o valor ainda não tenha sido definido, a Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) espera que o leilão da privatização defina preços de pedágio mais baixos nessas rodovias - motos deverão pagar metade do cobrado dos veículos de passeio.
Mesmo participando apenas de 13% dos acidentes, as motos representam 18% das vítimas fatais e 32% do total de feridos. Sem contar que 84% desses acidentes resultam em vítimas. A média de acidentes por mês também deu um salto na rede concedida, passando de 132 para 470 entre 2000 e 2007. As concessionárias alegam aumento nos custos de operações nas rodovias, por causa do crescimento da frota de motocicletas.

Para a Associação Brasileira de Motociclistas (Abram), a cobrança do pedágio é um "presente de grego", uma vez que a categoria comemora amanhã o Dia Nacional do Motociclista. "A medida vai penalizar os trabalhadores, cerca de 70% da frota de 13 milhões de motos do Estado", diz Lucas Pimentel, presidente da Abram. Segundo Pimentel, o DPVAT (Seguro para Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) pago pelas motocicletas é de R$ 255,13, o triplo do valor pago pelos carros, de R$ 84,87.

Extraído do Jornal O Estado de São Paulo

TARIFAS DOS PEDÁGIOS EM SÃO PAULO TERÃO REAJUSTE DE 11,52%

Nova tabela de preços começa a valer a partir de 1º de julho.Aumento é baseado no IGP-M de junho de 2007 a maio de 2008.


Tarifas dos pedágios das rodovias concedidas do Estado de São Paulo terão o valor reajustado em 11,52% a partir do dia 1º de julho. O aumento foi feito com base no IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) acumulado entre junho de 2007 e maio de 2008, conforme previsto nos editais de concessões.

Confira os novos valores das tarifas


Assim, os preços das tarifas para automóveis nas praças Piratininga e Riacho Grande, nos trechos São Paulo-São Vicente e São Paulo-Santos, administrados pela Ecovias, passarão de R$ 15,40 para R$ 17.

No caso da praça Rio Claro, no trecho Cordeirópolis-São Carlos (Centrovias), o valor subirá de R$ 10 para R$ 11,20. Administrada pela mesma concessionária, a praça de Dois Córregos, no trecho Itirapina-Bauru, terá o pedágio cobrado de R$ 9,80 para R$ 11.

Em Araraquara, no trecho São Carlos-Mirassol (administrado pela Triângulo), o valor aumentará de R$ 9,30 para R$ 10,40. Já o pedágio de Itupeva para automóveis, no trecho São Paulo-Campinas (administrado pela Autoban) passará de R$ 5,30 para R$ 5,90. Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o reajuste é aplicado sobre a tarifa quilométrica dos pedágios, base tarifária igual para todas as rodovias concedidas do Estado (exceto Rodoanel) que varia de acordo com o tipo de pista. Cada praça de pedágio efetua a cobrança de um determinado trecho rodoviário (em quilômetros) denominado Trecho de Cobertura do Pedágio (TCP) que é multiplicado pelo valor da tarifa quilométrica. O resultado do cálculo, realizado pela Artesp de acordo com os contratos de concessões, é arredondado na segunda casa decimal. Assim, entre 0,01 e 0,049, ajusta-se o valor para baixo; entre 0,05 e 0,09, ajusta-se para cima.


quinta-feira, 24 de julho de 2008

Palmas para a AMB!

Finalmente, começa a ser conhecida a ficha dos candidatos às eleições de outubro.
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) está divulgando
em seu site informações importantes sobre candidatos, para que o eleitor possa fazer sua escolha com mais segurança.
A ONG
Transparência Brasil vem fazendo coisa semelhante há algum tempo, e agora a idéia ganha força, na medida em que os dados publicados pela AMB são fornecidos por juízes em todo o país e checados com cuidado redobrado.
Isto porque não se trata de uma condenação a esses candidatos, mas de divulgação.
As informações contidas no site da AMB estão expostas de maneira bem simples, bem didática, de modo a alcançar o maior número possível de eleitores.
Inicialmente, são 15 candidatos a prefeito e vice-prefeito de capitais. Agora, espera-se que a pesquisa se estenda a todos os candidatos pelo Brasil afora.
Há riscos? Claro que há. Evidentemente, alguns candidatos são vítimas de uma certa "indústria" de processos que prospera no país e que não poupa ninguém.
Mas também é verdade que tem gente acusada de mais da metade do Código Penal que não sente o menor constrangimento em se apresentar ao eleitorado.
Para evitar ou, pelo menos, diminuir bastante as injustiças, seria importante a aprovação do projeto do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), já aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O projeto proíbe a candidatura de pessoas já condenadas em primeira instância.
Isto evitaria o estratagema de adversários iniciarem processos uns contra os outros, só para inviabilizar candidaturas. Mas maneria longe da política gente que se candidata só para se abrigar sob o foro privilegiado.
A atitude da AMB é um primeiro passo. Mas um passo muito sério no caminho do avanço democrático.
Não custa lembrar: eleitor bem informado tem todas as condições para escolher melhor.
Lucia Hippolito

NÚMERO DE ELEITORES COM VOTO FACULTATIVO CRESCE NO PAÍS

Para as eleições de 2008, o número de eleitores jovens e idosos com voto facultativo aumentou em um milhão em relação às eleições de 2006.
Hoje são 11.272.924, contra 10.218.328 registrados nas eleições passadas. De acordo com a Constituição Federal, o voto é facultativo para o eleitorado entre 16 e 18 anos, para os maiores de 70 anos e para os analfabetos. Fora estes casos, o voto é obrigatório.Em 2006 havia 2.556.391 eleitores entre 16 e 18 anos.
O número cresceu para 2.922.538 em 2008 e representa 2,24% do eleitorado do país. A quantidade de eleitores que tem acima de 70 anos cresceu de 7.661.937 para 8.350.386 em 2008. Deste total da terceira idade, os eleitores com mais de 79 anos subiram de 2.101.212, em 2006, para 2.610.460 em 2008, ano em que representam 2% do total do eleitorado.
A maior faixa do eleitorado concentra-se entre as pessoas de 25 a 34 anos com 31.655.484 eleitores para as eleições de 2008. Os eleitores de 45 a 59 anos representam a segunda maior faixa do eleitorado, com 28.716.202. Eleitores com idade entre 35 e 44 anos são o terceiro maior grupo do eleitorado do país, com 26.069.678 de pessoas.
De forma geral o eleitorado brasileiro cresceu 3,7% desde as últimas eleições e passou de 125.764.981 para 130.469.549 neste ano. As informações completas sobre o eleitorado estão divulgadas na página do Tribunal Superior Eleitoral na internet (www.tse.gov.br).

CAI NÚMERO DE CANDIDATOS JOVENS EM 2008

De acordo com os dados recebidos até esta quinta-feira (24) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os pedidos de registro de candidatura feitos por jovens interessados em disputar cargos para prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições deste ano diminuiu em relação ao registrado nas eleições municipais de 2004. Há quatro anos, o total de jovens com idade entre 18 e 24 anos inscritos para a disputa de um cargo eletivo era de 13.066 candidatos, contra 12.177 registrados este ano na Justiça Eleitoral.

Segundo a estatística dos pedidos de registro de candidaturas, em 2008 são 2.846 possíveis candidatos entre 18 e 20 anos de idade e 9.331 entre 21 e 24 anos. Nas últimas eleições eram 2.757 candidatos na faixa etária dos 18 aos 20 anos e 10.309 na faixa de 21 a 24 anos.

Vale ressaltar que os jovens candidatos com idade entre 18 e 20 anos somente podem disputar cargo para vereador, conforme estabelece a Constituição Federal. Já os jovens com idade acima de 21 anos já podem ser candidatos para os cargos de prefeito e vice-prefeito.

Se por um lado o número de candidatos jovens diminuiu nos últimos quatro anos, por outro a quantidade de pedidos de registro para candidatos com idade superior a 60 anos aumentou de 26.705 em 2004 para 29.750 este ano.

Como a legislação não prevê idade máxima para que um cidadão possa se candidatar a cargos eletivos, este ano há 24.943 pedidos de registro de pessoas com idade entre 60 e 69 anos, outros 4.378 para faixa etária de 70 a 79 anos e 429 possíveis candidatos com idade superior aos 79 anos.

O quadro completo com a divulgação das candidaturas está disponível no página do Tribunal Superior Eleitoral, no link Divulgação de Candidaturas.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

JEITINHO MADE IN BRAZILIAN'S

Visto para os EUA? Fale com o Heráclito
Cidadão não tem benefícios que Heráclito Fortes ofereceu à filha de Guilherme Sodré, o Guiga, um dos investigados na Satiagraha
Diferentemente da filha do publicitário Guilherme Henrique Sodré Martins, suposto lobista do banco Opportunity e um dos investigados na Operação Satiagraha, a maioria dos brasileiros não tem nenhuma “colher de chá” na hora de obter um visto para os Estados Unidos.


Segundo a embaixada ameri-cana, ninguém consegue viajar para o país de maior economia do mundo se não desembolsar entre R$ 250 e R$ 400 e esperar pelo menos três meses. Estudantes podem obter a autorização de viagem em três dias. Nada disso, porém, garante que o visto será liberado.

Heráclito fala sobre seu pedido de acesso aos autos feito ao ministro da Justiça, Tarso Genro. Supremo liberou papelada ao senador
Com a filha de Guilherme Sodré, o Guiga, foi diferente. Segundo admitiu o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, ele ofereceu uma “grande ajuda” à filha do amigo para que ela obtivesse o visto mais rapidamente. “Eu liguei na embaixada e pedi para antecipar a audiência”, afirmou Heráclito à Folha de S.Paulo. Um grampo telefônico autorizado pela Justiça mostra que, em 27 de março, Guiga agradece os serviços prestados por Heráclito na embaixada. “Todas as pendências foram resolvidas”, disse o publicitário para o senador.
Segundo Heráclito, a conversa não tratou nada relacionado ao grupo Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, mas apenas "uma questão de amizade". Questionado pelo Congresso em Foco, o senador evitou comentar se sua posição como presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado o impediria de fazer esse tipo de favor a amigos. "Fui orientado por meus advogados para não falar sobre isso", afirmou.
A reportagem pediu os detalhes do trâmite para antecipar a entrevista da filha de Guiga. “Você quer envolver a embaixada dos Estados Unidos?”, respondeu Heráclito, antes de desligar o telefone. A assessoria da embaixada americana informou que existe uma possibilidade de se antecipar uma entrevista, solicitando um visto de emergência. Nesse caso, a resposta do consulado sai em 48 horas, concedendo ou não a audiência. Apesar disso, a embaixada não revelou se esse foi o caso da filha de Guiga. As autoridades americanas prometeram responder se a instituição quebrou suas próprias regras ao atender a um pedido do senador Heráclito, o que não ocorreu até o início da tarde de ontem (22).
Sem ilícito
O líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), defendeu Heráclito. Para o senador, seu companheiro de partido não cometeu ilegalidade nenhuma ao pedir antecipação de entrevista na embaixada para um amigo, mesmo sendo presidente da Comissão de Relações Exteriores. “É um gesto de amizade só. Não vejo nenhum ilícito nisso, em você fazer um pedido para atender uma entrevista”, afirmou Agripino.
Segundo ele, Heráclito não teria força suficiente para, sozinho, definir se a filha de Guiga seria atendida ou não. “Não é por conta disso que a embaixada do Estados Unidos vai atender. A embaixada é muito rígida”, defendeu o líder do DEM. O presidente do Conselho de Ética do Senado, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), não retornou os recados da reportagem deixados em seu telefone. Segundo seu gabinete, ele passou por um tratamento de saúde na segunda-feira (21) e dificilmente poderia atender o Congresso em Foco.
Passeio com Zuleido e Dilma Amigo do senador do DEM, Guiga é apontado no relatório da Operação Satiagraha da Polícia Federal como lobista do grupo Opportunity. Em grampos telefônicos autorizados pela Justiça, ele demonstra que seu trânsito no Congresso ajudava os negócios do grupo do banqueiro Daniel Dantas, um dos presos pela polícia.
Como revelou o Congresso em Foco, em 27 de maio deste ano, ele lembra ao sócio do Opportunity Arthur Carvalho que Heráclito “é amigo”. “Eu to lhe dizendo que eu não acredito que ele fez exatamente assim, ele não é uma pessoa irresponsável... é amigo, tá certo, me ligou hoje preocupado com a situação que a gente ta vivendo...”, afirmou o publicitário.
A influência de Guiga não se limita ao Congresso. Em novembro de 2006, o publicitário pediu a Zuleido Veras – dono da Gautama, empresa acusada de fraudar obras e licitações públicas – o empréstimo de um iate para governador da Bahia, Jacques Wagner (PT). No passeio, realizado pela Baía de Todos os Santos, o governador estava acompanhado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. À época, Wagner alegou que não sabia quem era o dono da lancha.
Preocupação
Citado diversas vezes no relatório da Polícia Federal (Leia: parte 1 e parte 2), Heráclito está preocupado com a exposição de seu nome. Na última sexta-feira (17), ele pediu extensão do habeas corpus de Daniel Dantas para que tivesse acesso aos autos da Operação. Sua defesa entende que ele está numa condição semelhante a de um investigado pela PF.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Medes, concedeu a Heráclito o acesso aos autos, considerando-o como um investigado. Isso pode fazer com que toda a investigação saia das mãos do juiz da 2ª Vara Federal de São Paulo, Fausto de Sanctis, e vá parar no Supremo. Heráclito prometia, até o início da tarde de ontem (22), fazer uma representação contra a Polícia Federal e o delegado Protógenes Queiroz, que era o responsável pela Operação Satiagraha. O parlamentar alega que houve vazamento de informações envolvendo o seu nome. A defesa entregaria a representação ao Ministério Público, à Corregedoria da Polícia Federal e ao Ministério da Justiça. A idéia, segundo Heráclito, é "acabar com a esquizofrenia e com as ilações" feitas a partir de conversas dele com os investigados na Satiagraha.


Extraído do endereço: www.congressoemfoco.ig.com.br

O "CENSOR" VIRTUAL

A campanha a presidente dos Estados Unidos de Barack Obama passará à História como um marco do uso maciço e inteligente da internet para atrair votos e apoios de toda natureza. Por estas bandas, este ano, se dará o contrário com a campanha de candidatos a prefeito e vereador. A Justiça brasileira está na contramão quando tenta limitar o uso da internet com fins políticos.
Duas decisões recentes revelam nosso atraso. Em São Paulo, o juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1a Zona Eleitoral, determinou que Geraldo Alckmin retire de sua página de campanha na Internet vídeos veiculados no site YouTube, e elimine os links para que eles possam ser vistos.
Extraído do endereço: www. cangablog.blogspot.com

COORDENADOR CATARINENSE DENUNCIA CONVENIÊNCIA ELEITORAL

Após ser informado de que a empresa espanhola OHL só deverá entrar em operação no final do ano, o coordenador do Movimento Pelo Pedágio justo, Decente e Popular, Sergio Popper (foto) denunciou a conveniência político/eleitoral desta medida, “é evidente que o prejuízo eleitoral seria refletido no momento em que as praças de pedágio abrissem, mesmo com a justificativa dos entraves burocráticos, coincidente ou não as operações só se darão no final do ano, quando já saberemos que assume as prefeituras no dia 1º de janeiro”, dispara Popper.

Para o coordenador, a sociedade deve indagar ao candidato à prefeito qual sua opinião sobre o assunto, levando em conta a impossibilidade real de participar da gestão saudável desta concessão, pois a partir de que as praças forem abertas somente a OHL mandará naquele trecho, onde o Poder Público terá grandes dificuldades de proteger os valores coletivos.

Na reunião da próxima Sexta-Feira Sérgio Popper vai propor que o Movimento Nacional emita uma declaração sobre este assunto.

SUSPENSA

Adiada cobrança de novos pedágios no Sul do País

A cobrança de pedágio nas rodovias federais que cortam o sul do Brasil, prevista para começar em 15 de agosto, só deverá entrar em operação no final do ano.
O atraso no cronograma se deu por questões burocráticas que envolvem a desapropriação de áreas onde serão construídas as praças.
Só na semana passada é que a Justiça fez um decreto considerando as áreas como de utilidade pública. Cabe agora à empresa espanhola OHL, vencedora da licitação para explorar a concessão das rodovias, entrar com outro processo requerendo a emissão de posse dessas áreas.
A informação foi confirmada ontem pela assessoria de imprensa da OHL no sul do País. A mesma situação estaria acontecendo em quase todos os 2.078,8 quilômetros de rodovias federais que serão explorados pela empresa no País.

Pelo que prevê o contrato assinado em fevereiro com o governo federal, a OHL teria que contratar uma empresa especializada para fazer a avaliação de preço de mercado das áreas onde serão construídas as praças, cujos locais foram definidos pelo próprio governo. Em muitos casos, os proprietários não aceitam o valor oferecido ou se negam a deixar o local. Mas não foi o que aconteceu com o pedreiro Hugo Barbosa, que teve a propriedade de 9,4 mil metros quadrados afetada pelas obras da construção das praças de pedágio na BR-116, entre Mandirituba e Fazenda Rio Grande.
Apesar de considerar baixo o valor oferecido pela área, aceitou a proposta. Porém, reclama do pouco tempo que teve para encontrar um novo local para morar.
ESCURRAÇADO
"Faz três semanas que a proposta foi oficializada e tenho até quarta-feira para sair. Ainda não sei para onde vou, só sei que vou ter que sair na marra, pois os tratores estão quase chegando na porta de casa", afirma.
Enquanto a situação de desapropriação não se resolve, a OHL garante que está depositando em juízo os valores oferecidos pelas áreas. Além da demora nas desapropriações, existem pendências envolvendo licenças ambientais, inclusive no Paraná, que também comprometem o cronograma.

Mas antes mesmo de iniciar a cobrança do pedágio, a OHL garante que a partir de 15 de agosto passará a oferecer diversos serviços de atendimento ao usuário nas rodovias, como ambulância e guinchos. A liberação para a cobrança do pedágio será feita após vistoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Por Rosângela Oliveira

MOVIMENTO NACIONAL CONTRA O PEDÁGIO REÚNE-SE EM JLLE

(Esqu/Dir) Germinal Pocá, Acir Mezzadri, Pedro Júnior, Alisson Micoski e Rose Dranka

Na última Sexta-feira (18) representantes do Movimento Nacional Contra o Pedágio estiveram reunidos na cidade de Joinville com membros catarinenses do Movimento Pelo Pedágio Justo Decente e Popular, estando no encontro o coordenador geral Sérgio Popper, e os colaboradores Alisson Luiz Micoski e Pedro Jhonny Dias Júnior.

Recebidos no gabinete do vereador Cardozinho (PPS) os paranaenses o referenciaram como um político preocupado com os perversos reflexos do pedágio. Vindos de Curitiba, os articuladores do Movimento Nacional Acir Mezzadri, Rose Dranka e Gernival Pocá explicaram sobre a necessidade de criar uma pauta comum entre os três estados do sul inicialmente, estruturando as coordenações do Movimento a participação dos três estados do sul, “Paraná e o Rio Grande do Sul vivem o flagelo destes pedágios que são uma afronta ao usuário, pois no início tudo são flores, os preços das tarifas e os benefícios, mas depois, as concessionárias se utilizam dos mecanismos legais do contrato e tomam de assalto um patrimônio construído com dinheiro público, os reajustes são unilaterais e sob qualquer pretexto, como usuários ficamos abandonados pois o Poder Público com toda sua pesada movimentação demora a agir e realizar a defesa da coletividade”, destaca o coordenador nacional Acir Mezzadri.

Rose Dranka explicou que numa primeira etapa serão reunidos representantes dos estados sulinos, mas que já há interesse de outras unidades da federação em participar do Movimento, “devemos abrir esta questão para que as lideranças de outros estados também venham a somar na grande iniciativa que é o recolhimento das assinaturas dos eleitores”, observa Dranka.

A reunião de trabalho definiu um novo encontro na próxima Sexta (25) onde representantes do movimento gaúcho também participarão das discussões sobre a estruturação do Movimento Nacional.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Moeda-Verde cruzando Fronteiras!

Chamada de capa do Jornal do Tocantins do último dia 18 de julho:
“Decisão da Justiça suspende obras de shopping na CapitalO Juiz Helvécio de Brito Maia Neto, da 1ª Vara Cívil de Palmas, suspendeu ontem, liminarmente, as obras do Capim Dourado Shopping Center, atendendo pedido em ação impetrada Abdias Pereira da Silva Neto, que seria o antigo proprietário de parte do terreno onde está sendo construído o empreendimento, contra o Estado e o Grupo Skipton S/A, que têm, respectivamente, 20 e dez dias para recorrer a partir da data em que forem notificados.”

O Grupo Skipton, como talvez vocês já saibam, é dirigido pelo Carlos Henrique Amastha, que construiu o Floripa Shopping.

www.deolhonacapital.blogspot.com

ENQUANTO ISSO, EM QUILOMBO

Moralidade
A Justiça Eleitoral está fazendo seu papel. Pelo menos o juiz Luiz Eduardo Ribeiro Freyesleben indeferiu o registro da candidatura de Antônio Luiz Zamignan a Vice-Prefeito do município de Quilombo em função da vida pregressa do candidato. Ele já foi condenado, em 1º e 2º graus, em processos criminais, nos quais ainda existem recursos pendentes. Zamignan possui, também, condenação em ação civil pública por ato de improbidade administrativa cometido quando era Prefeito de Quilombo. O magistrado considerou que "há franco anseio social moralizante". "O país caminha, com alguns tropeços, é verdade, para a consolidação das instituições e fortalecimento da consciência cívica. O Direito deve acompanhar a evolução da sociedade e abandonar a nota conservativa do status quo. Se ajustes forem necessários, quer legislativos, quer interpretativos, é algo que tão-somente a pátina do tempo poderá mostrar", escreveu o juiz Freysleben. Cabe recurso ao TRE, o que permitirá a presença do nome do candidato na urna eletrônica.

Link: www.pauloalceu.com.br

BANALIZAÇÃO!

Nos seis primeiros meses de 2008, nenhuma votação no Senado conseguiu reunir todos os 81 senadores. E apesar da facilidade com que a Casa costuma agir na aprovação de licenças, 60 senadores deixaram de justificar 179 faltas nesse primeiro semestre.

No topo dos que não se deram ao trabalho de abonar suas faltas, estão três senadores, incluindo o presidente da Casa, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). Os três faltaram 31 vezes sem motivo. É o que revela levantamento exclusivo do Congresso em Foco.

O presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), não justificou 13 faltas. Foi o senador que deixou mais ausências sem licença, seguido de Francisco Dornelles (PP–RJ) e Garibaldi Alves Filho (PMDB–RN). Os dois deixaram, cada um, nove faltas sem justificativa.

O site também constatou que outros cinco senadores faltaram mais que o percentual permitido (33%), mas conseguiram justificativas para abonar a maioria das faltas, todas aprovadas sem dificuldades pela Mesa Diretora do Senado. E entre os dez mais faltosos, outras 23 faltas também ficaram sem explicação.

OS SENADORES MAIS FALTOSOS

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TABELAS COMPLETAS

O gabinete de Leomar Quintanilha disse que o senador não tem o hábito de justificar suas faltas, embora todas tenham um motivo razoável. Os auxiliares do parlamentarr garantiram que, quando ele não está no plenário, comparece a algum compromisso político em Tocantins, sua base eleitoral, ou está envolvido em um motivo pessoal muito forte, como o falecimento da mãe.

A assessoria de imprensa do senador Francisco Dornelles informou que o parlamentar não justifica todas as faltas porque muitas vezes ele está em seu estado exercendo alguma atividade pessoal, para a qual não cabe licença.

O gabinete do senador Garibaldi Alves Filho afirma que, por ser presidente do Senado, sua agenda é acompanhada de perto pela Mesa Diretora. Por isso, não precisa justificar suas faltas, a maioria delas motivadas pelos compromissos oficiais que o seu cargo demanda.

Sem transparência
Neste levantamento exclusivo do Congresso em Foco, foram analisadas todas as listas de presença das sessões deliberativas publicadas pelo Diário do Senado, de 12 de fevereiro a 19 de junho. Também foram analisados todos os pedidos de licença requeridos pelos senadores, mês a mês, de fevereiro a junho, registrados nas resenhas mensais das sessões deliberativas. É a segunda vez que o site faz um levantamento como esse. A primeira foi em dezembro de 2007.

A página do Senado na internet não fornece esses dois dados organizados, o que exigiu um trabalho exaustivo para verificar quais faltas foram justificadas, por quais motivos e em que períodos houve o maior fluxo de pedidos.
Ao contrário da Câmara, que publica os dados sobre a assiduidade na página de cada um dos deputados, o Senado não dá transparência a essas informações.

A Constituição Federal determina que o senador deve comparecer a, no mínimo, dois terços das sessões ordinárias. A exceçãosão as licenças, que podem ser justificadas por motivo de saúde, interesse particular ou missão política. No primeiro semestre de 2008, os senadores aproveitaram as licenças 582 vezes: 424 por missão política, 96 por licença médica e 63 dias por interesse particular.

Festa das licenças nos feriados Uma característica marca o fluxo desses requerimentos de justificativas. Nas vésperas de feriado, durante o período analisado, o número de pedidos de licença aumenta espantosamente. O exemplo mais destacado é o da véspera da Páscoa. Em 19 de março, a quarta-feira que antecedeu o feriado católico, foram 30 pedidos: cinco licenças médicas, seis de interesse particular e 19 para missão política. Na quarta-feira anterior, 12 de março, apenas seis licenças foram requeridas.

Em 21 de maio, quarta-feira, véspera do feriado de Corpus Christi, os senadores fizeram 25 pedidos de licença à Mesa Diretora do Senado: duas por motivo de saúde, três por interesse particular e 20 por missão política. Na quarta-feira anterior, 14 de maio, foram cinco os pedidos de licença.

No dia dos namorados, outro pico. Foram 26 pedidos acatados pela Mesa Diretora do Senado, entre eles 24 por missão política. Na quinta-feira anterior, 5 de junho, os senadores fizeram 13 pedidos de licença.

Sem burocracia
Apesar de o regimento interno do Senado determinar que pedidos de licença devem ser prévios, vários requerimentos são feitos posteriormente, inclusive por interesse pessoal. “Eventualmente pode acontecer de o senador não poder apresentar antes o pedido; não significa que ele não estava de licença”, diz Cláudia Lyra, secretária geral da Mesa do Senado.


A justificativa de ausência deve ser escrita em papel e entregue à Mesa com antecedência, exceto em ocasiões não previsíveis, como em alguns casos de doença. Toda licença médica deve conter um laudo de inspeção de saúde. A licença para tratar de interesses particulares não pode ultrapassar 120 sessões legislativas e os dias de afastamento não podem ser remunerados.


Mas, segundo Cláudia Lyra, é necessário bem menos burocracia para se obter uma licença. O pedido do parlamentar se limita a um papel com a justificativa por escrito. O senador só precisa comprovar os motivos da licença quando a sua ausência implica ônus para o Senado, como em caso de viagem oficial.

Quando a licença é por interesse particular, ou missão político-cultural sem financiamento direto da Casa, ou até mesmo licença médica, não é exigido do senador que prove com documentos os motivos da sua retirada. Sua palavra basta. “O senador só precisa mencionar o fundamento. Não tem que comprovar”, explica Cláudia Lyra.

Mais de 17% de ausências
Os parlamentares marcaram 765 ausências para 3.605 marcações de presença no primeiro semestre de 2008. Esses números significam que houve 17,5% de ausência durante o período analisado. A Mesa Diretora do Senado recebeu e aprovou sem votação 296 pedidos de licença, o que mostra uma postura permissiva da Casa para abonar essas faltas.


Os números aumentam a média do último levantamento feito pelo site, quando se apurou 16,05% de ausência no ano de 2007. Houve 1.545 faltas e 8.081 anotações de presença em 119 sessões. Durante todo o ano legislativo de 2007, apenas duas sessões deliberativas conseguiram reunir todos os 81 senadores. Foram as que livraram da cassação o agora ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL).

O número máximo de senadores em uma sessão com votação nos primeiros seis meses de 2008 foi de 77. Em 19 de março, quarta-feira, véspera de Páscoa, o Senado registrou a lista mais curta de presença: apenas 43 senadores participaram da sessão deliberativa do dia. Enquanto isso, mais da metade dos faltosos justificou a ausência por motivo de missão política e licença médica.
Senadores mais ausentes
O senador João Durval (PDT–BA) esteve por dois meses sob licença médica. Como todo parlamentar só tem direito a suplente quando licenciado por mais de 120 dias e nos casos de morte, renúncia ou cassação, a bancada da Bahia foi a mais desfalcada no primeiro semestre de 2008. Durval foi o mais ausente. Faltou a 28 das 54 sessões, um total de 51,8%. Lista completa dos mais faltosos. O senador Lobão Filho (DEM–MA) herdou do pai o cargo, mas não o hábito. Edison Lobão, substituído pelo filho suplente em 31 de janeiro deste ano, quando assumiu o Ministério das Minas e Energia, foi um dos senadores mais assíduos em 2007, segundo levantamento anterior do Congresso em Foco.

Lobão Filho compartilha com o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) o segundo lugar na lista dos menos assíduos. Os dois estiveram ausentes a 21 sessões deliberativas, 38,9% de falta.
Lobão Filho justificou 19 faltas com licença médica, missão política e oito delas por interesse particular. Deixou outras duas faltas sem nenhuma justificativa. Segundo sua assessoria de imprensa, o senador teve problema na coluna e precisou ser deslocado para São Paulo, o que o afastou do plenário do final de fevereiro ao início de março.

Mozarildo Cavalcanti justifica que a baixa freqüência ao Senado se deve a compromissos político-partidários e a licenças médicas. Em abril, ele diz ter acompanhado oficialmente a operação da Polícia Federal Upatakon III, para a retirada de não-índios e produtores de arroz na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, o que consumiu sua presença em seis sessões deliberativas. Apesar das licenças e do compromisso em Roraima, o senador do PTB deixou ainda uma ausência sem justificativa.

“Outras funções legislativas”
Logo atrás, no "pódio" dos mais faltosos, está a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE). Faltou a 20 das 54 sessões deliberativas, 37% de faltas, todas justificadas por motivos de saúde e missão política.

A senadora justifica sua ausência e ao mesmo tempo critica o Senado por estar quase sempre trancado por medidas provisórias, o que impede o curso do trabalho do Legislativo. "Eu estava presente a todas as votações de maior importância e não deixei de comparecer a nenhuma sessão em que se tomassem decisões de relevância. Em momento algum deixei de atender minha responsabilidade e minhas prerrogativas”, diz Saboya.
Rosalba Ciarlini (DEM/RN) faltou a 19 sessões no primeiro semestre. Todas as faltas são justificadas, entre elas dez por interesse pessoal. O restante, por motivo de missão política.

A senadora explica que faltou a cinco sessões para acompanhar o nascimento da neta, na Alemanha, de 11 de março a 21 de abril, e esteve representando o Senado em viagem oficial à Antártida. “Não são faltas, são ausências justificadas pela Mesa do Senado.” A senadora defende que a atividade do parlamentar não se limita ao plenário. “Muitos estão ausentes em função de outras atividades legislativas”, diz a senadora.

Entre os dez mais faltosos, estão também o Marcelo Crivella (PRB-RJ), com 18 faltas, duas delas não justificadas, Fátima Cleide (PT-RO), com 18 faltas, quatro sem justificativa, Renan Calheiros, 17 faltas, cinco sem justificativa, José Sarney (PMDB-AP), 17 faltas, seis sem justificativa, João Tenório (PSDB-AL), 17 faltas, quatro sem justificativa.

BANCADAS ESTADUAIS MAIS FALTOSAS

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http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=23329

A Bahia é o estado mais ausente nas sessões deliberativas do Senado. No primeiro semestre de 2008, compareceu a 72,2% das sessões. Um ponto desfavorável à assiduidade do estado foi a licença médica do senador João Durval, do PDT, que esteve dois meses afastado por conta de uma labirintite.



Na série dos estados menos assíduos, o Rio de Janeiro está em segundo lugar, com 73,6% de presença. O senador Marcelo Crivella, o mais ausente da bancada carioca, faltou a 18 das 54 sessões deliberativas, ou seja, a um terço das votações do primeiro semestre. Ele pediu e conseguiu licença para 16 faltas, 13 por estar em missão política e três por interesse pessoal.

Apesar de viverem perto do Congresso Nacional, os senadores do Distrito Federal não conseguiram colocar a bancada no primeiro lugar da lista das mais assíduas no primeiro semestre de 2008. Ficou em sétimo lugar, com 87% de presença. Os senadores do distante Rio Grande do Sul, com 93,2% de presença, e do Paraná, com 92,6%, foram os mais assíduos. Lista da assiduidade por estado.

Mais assíduos
Gim Argello (PTB-DF) foi o senador mais assíduo no primeiro semestre de 2008. Trabalhar em Brasília, sua base eleitoral, o favoreceu nesse sentido. “Não sofro com compromisso em outros estados, com atrasos de avião”, comenta o senador, que emenda: “Encontrar todo mundo disponível é muito difícil. Tudo bem, é apenas terça, quarta e quinta, mas há vários compromissos além do plenário”.


Fernando Collor, o senador mais ausente em 2007, segundo pesquisa anterior do Congresso em Foco, ficou entre os 30 senadores mais assíduos. Faltou a sete sessões deliberativas no primeiro semestre de 2008, todas justificadas por missão política.

PARTIDOS MENOS ASSÍDUOS


Prazo para criação de comitês financeiros é encerrado
Acaba hoje (21) o prazo para que partidos políticos com candidatos às eleições municipais de outubro registrem, junto à Justiça Eleitoral, seus respectivos comitês financeiros de campanha – responsáveis pela movimentação de dinheiro e prestação de contas ao juiz eleitoral competente, durante a disputa.
As informações são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O artigo 6º da chamada Lei das Eleições (Lei 9.504/97) determina que “até 10 dias úteis após a escolha de seus candidatos em convenção, o partido constituirá comitês financeiros, com a finalidade de arrecadar recursos e aplicá-los nas campanhas eleitorais”. Já o artigo 8º diz que, até cinco dias depois da constituição dos comitês, os partidos têm de registrá-los “no juízo eleitoral responsável pelo registro dos candidatos”.
O TSE explica que, “como o prazo para as convenções terminou no último dia 30 de junho, os partidos tiveram até o dia 14 deste mês para constituir os comitês, e têm até hoje para efetuar o registro, no mesmo cartório eleitoral onde foi solicitado o registro do candidato”.
Entretanto, lembra a corte eleitoral, a Lei das Eleições não admite a criação de comitês de coligações partidárias. Também só será permitido ao partido a instalação de um comitê por município, que deve funcionar para todas as eleições, ou ainda um comitê para a campanha do candidato à prefeito e outro para a disputa às vagas de vereador.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

PEDÁGIO VAI COMEÇAR MESMO EM AGOSTO

Concessionária diz que está apta para iniciar cobrança de pedágio
A partir do dia 15 de agosto a concessionária espanhola OHL já pode começar a cobrança da tarifa de pedágio, desde que a ANTT realize a fiscalização e dê permissão para o início da operação e os órgãos competentes liberem as licenças necessárias para a construção das praças.
Esta fiscalização se refere aos trabalhos iniciais que a concessionária deve realizar até agosto (roçada, tapa buraco, recuperação da sinalização) para garantir a trafegabilidade da rodovia. Isto está previsto em contrato, de domínio público, e a concessionária afirma que está rigorosamente em dia com suas obrigações.
Mesmo que as praças não estejam prontas, a partir de 15 de agosto os usuários poderão contar com serviços de atendimento médico de emergência e de socorro mecânico.
Quer dizer, mesmo sem arrecadação, a concessionária vai possibilitar mais segurança e conforto aos motoristas.
Melhorias
A Autopista Litoral Sul S.A, com sede em Joinville, passou a administrar o trecho de 382 quilômetros, entre Curitiba e Florianópolis, após o leilão da segunda etapa da concessão de rodovias federais, realizado em outubro de 2007. A empresa é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) do grupo OHL Brasil e tem prazo de vigência de 25 anos, mesmo período da concessão. Desde fevereiro de 2008, após a assinatura do contrato, a empresa vem trabalhando na execução dos serviços iniciais que incluem roçada, tapa buraco, fresagem e recuperação de pontes e da sinalização vertical e horizontal. O trecho concedido passa pelas BR 116, 376 e 101, e é definido da seguinte maneira : * Contorno Leste de Curitiba, da extremidade norte, na interseção com a BR-116/PR (km 71,1), até a interseção sul com a BR-116/PR (km 115,2), incluindo ramos e alças nas extremidades norte e sul.* BR-376/PR, da extremidade norte dos ramos da interseção com o Contorno Leste de Curitiba, até a Divisa PR/SC.* BR-101/SC, da divisa PR/SC até a cabeceira sul da ponte sobre o Rio Cubatão.

CANDIDATO APOIADO PELO PPS ESTÁ NA FRENTE EM ITAJAÍ

Belini deixa Morastoni na poeira
Segundo pesquisa do jornal O Diarinho com o IPS Univali o prefeito Volnei Morastoni, da turma do governador Luiz Henrique, continua sendo "surrado" pelo candidato a prefeito de Itajaí Jandir Bellini.
Os últimos acontecimentos, e não foram poucos, envolvendo o nome de Morastoni deixam o prefeito em uma situação difícil frente ao eleitorado. O homem, como que numa paixão repentina por literatura policial, passou a freqüentar as colunas policiais dos jornais com uma freqüência assustadora.
Tem amigo, mulher, assessor, enfim, um monte de gente próxima que se ainda não foram enjaulados pela Polícias Federal estão correndo riscos."A pesquisa Diarinho/IPS Univali sobre a eleição em Itajaí demonstra uma redução da diferença porcentual entre Jandir Bellini (PP) e Volnei Morastoni (PT), mas ainda indica uma vantagem imensa: quase 27 pontos em favor de Jandir, no questionário estimulado. No espontâneo, os números indicam 40,08% para Jandir e 23,80% para Volnei".

E ELE VEM AÍ!

Pedágios dividem Rio Negro em duas e isolam Guaratuba
Instalação de praças de cobrança nas BRs 116 e 376/101 preocupa moradores do Sudeste do estado e comerciantes do litoral
Rio Negro e Guaratuba - As novas praças de pedágio que estão sendo instaladas em três rodovias federais que cruzam o Paraná e estão prestes a começar a funcionar têm causado polêmica entre moradores e comerciantes de regiões próximas a esses locais. Antes mesmo de as construções ficarem prontas e a cobrança da tarifa iniciar, essa população já está preocupada com os futuros prejuízos que terão de enfrentar, apesar dos benefícios que a concessão possa trazer para essas rodovias. Em Rio Negro, no Sudeste do estado, os cerca de 2,4 mil habitantes que residem nos bairros Roseira, Tijuco Preto, Retiro Bonito e Cunhupã ficarão separados do centro da cidade pela praça de pedágio assim que ela começar a funcionar. Já em Guaratuba, no litoral, os comerciantes acreditam que a cobrança em Garuva pode afastar os turistas da região mesmo na temporada de verão, o que reduziria os lucros dos estabelecimentos da cidade.
Apesar de os quatro bairros prejudicados estarem localizados na zona rural de Rio Negro, grande parte da população local se desloca diariamente para o centro pela BR-116 para trabalhar, fazer compras ou utilizar os serviços públicos, como hospitais e escolas. “Nosso direito de ir e vir vai ser ferido porque também somos moradores de Rio Negro e pagamos IPTU como todos os outros. Agora, além de ter o gasto com o carro, vamos ter de pagar para ir ao centro quando quisermos”, conta o comerciante Luiz Carlos Antunes. Segundo ele, a única opção para ir ao centro da cidade sem passar pelo local onde será construída a praça de pedágio é se deslocar por uma estrada de terra que serve de desvio. “Não tem carro que agüente passar duas ou três vezes todos os dias por ali”, lamenta.
Para ele, o ideal seria que a concessionária que administra o trecho isentasse os moradores dos quatro bairros da cobrança da tarifa. Assim, todos poderiam se deslocar tranqüilamente para o centro da cidade quando quisessem. “Se isso não acontecer, vamos ter de fazer uma manifestação na rodovia”, explica. Para tentar reverter essa situação, o vereador Aniceto Vital de Souza entrou com um pedido no Ministério Público para que a situação seja avaliada pela promotoria. “Ninguém aqui é contra pagar pedágio, mas os moradores desses bairros serão prejudicados porque a rodovia é o caminho mais seguro para ir ao centro e, além disso, a cidade está se expandindo para esse lado e logo teremos uma praça de pedágio dentro do perímetro urbano”, comenta.
No entanto, a concessionária que administra o trecho, Autopista Planalto Sul, vinculada à multinacional OHL, alega que é impossível isentar todos os moradores da região porque isso causaria um aumento da tarifa para os outros usuários da rodovia. “A cobrança foi calculada de acordo com o volume total de fluxo de veículos e a isenção causaria um desequilíbrio financeiro muito grande, ainda mais nesse modelo de concessão federal, com tarifas tão reduzidas”, explica o diretor da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias do Paraná e Santa Catarina, João Chiminazzo Neto. Segundo informações da assessoria de imprensa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), apesar de o órgão regulamentar as concessões, a empresa fica responsável por negociar a isenção de tarifa com os moradores após a assinatura do contrato de concessão. Antes disso, a comunidade pode se manifestar em audiências públicas realizadas nos municípios antes da criação do edital.
Litoral
Já em Guaratuba, o problema é um pouco diferente. Preocupados com a queda do número de visitantes na cidade durante a temporada de verão, alguns comerciantes se mobilizaram no início do ano para tentar reverter a situação. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Guaratuba (Acig) conta que o órgão chegou a se reunir com o Ministério dos Transportes, solicitando que a praça fosse transferida para cerca de 3 km adiante do trevo de Garuva, no sentido Joinville. “Porém não obtivemos sucesso e estamos contrariados. Afinal, quem vai até Guaratuba pela BR-376 precisa passar por esse caminho para chegar à praia e outros balneários”, explica.
De acordo com ele, o problema não está no preço, mas na inviabilidade de os motoristas pagarem tantas taxas. “O valor cobrado é até mais justo se comparado aos das outras concessionárias que já atuam no Paraná, só que ele não deixa de ser uma despesa extra para o turista”, justifica. Por isso, a associação ainda está tentando uma negociação com a ANTT e com a concessionária responsável pelo trecho, a Autopista Litoral Sul. O grupo ainda conta o apoio do deputado Ney Leprevost (PP), que acompanha a questão desde o início e deve se reunir com lideranças locais no próximo fim de semana para verificar se há interesse da população em tentar relocar juridicamente a instalação de mais esse ponto de pedágio no Paraná.
Fonte: Gazeta do Povo - Segunda-Feira, 21/07

MENOS ELEITORES

20,8% dos municípios catarinenses têm redução de eleitores
Maior redução foi no município de Imaruí, com 14,93%.Balneário Arroio do Silva teve maior crescimento (31,6%).
Levantamento do G1 aponta que 61 (20,81%) das 293 cidades de Santa Catarina apresentaram queda no número de eleitores para as eleições municipais deste ano na comparação com o pleito de 2004.
A maior redução foi em Imaruí, com 14,93%.O total de eleitores caiu de 10.294 em 2004 para 8.757 em 2008. Macieira perdeu 14,91% dos votantes - diminuiu de 1.864 para 1.586.

Outras seis cidades catarinenses tiveram redução acima de 10%. Em São José do Cerrito, o eleitorado caiu 14,56%; em Campo Belo do Sul, 14,32%; em Brunópolis, 13,63%; em São Bernardino, 11,33%; em São Domingos, 11,27%; e em Mirim Doce, 10,50%.

Entre os 293 municípios catarinenses, a maior evolução de eleitores aconteceu em Balneário Arroio do Silva, com crescimento de 31,6% - passou de 4.853 para 6.387. Em Treviso, aumentou 30,95% (de 2.565 para 3.359).

Outras oito cidades tiveram crescimento de mais de 20%. Em São João Batista, aumentou 29,76%; em São João do Itaperiú, 26,06%; em Paial, 23,72%; em Sangão, 20,86%; em Dionísio Cerqueira, 20,69%; em Armazém, 20,13%; em Palhoça.

PATRIOTISMO

Se você ganha até oito salários mínimos (agravados nos últimos meses em 26%) e não tem outras fontes de salários e renda sabe que é sua a maior contribuição para o superávit primário de Henrique Meirelles‑Lula da Silva. Patrioticamente, você e não Luiz Gushiken, Ricardo Berzoíni, Martha Suplicy, Gilberto Carvalho, Hélio Costa, Gilberto Gil, Eduardo Azeredo, José Aníbal, Artur Virgílio, Roberto Rodrigues, Ronaldo Caiado ou Luiz Inácio Lula da Silva é que paga o superávit primário, o IPVA, o pedágio nas estradas e o "presságio" para a polícia nas favelas e cortiços, a transposição do São Francisco, o "reflorestamento" do Nordeste e da Amazônia; além de outras corvéias e rendas "nacionais".
A taxa de juros regulada pela economia especulativa é o compromisso ideológico do Partido dos Trabalhadores de que o "Brasil-nós" respeitaremos os compromissos globalizados da economia capitalista, as regras internacionais de especulação da moeda, das bolsas e seu "mercado" e dos saques do capital virtual e volatizado.
Quem é que criou isso? Foi o Consenso de Washington, o FMI, a OCDE, a mãe de George W. Bush e o amante da Condoleezza Rice; depois é que o Fernando-Henrique Cardoso, o Luiz Inácio e o Henrique Meirelles apuseram sua assinatura.
Todavia, não se desespere com os rumos do País, já que a "nacionalidade brasileira" está conquistando mais autodeterminação enquanto as estatísticas provam que nosso inimigo "mercado" vai incluindo muito mais pobres "betinhos" (não bentinhos). Assim, se "a nacionalidade" pertence a classe maior do que oito salários-mínimos e os "incluídos sociais" vão até um submínimo, você está no meio das estatísticas e assim continuará desguarnecido. Na verdade, você é o que podemos chamar atravancado.

Se você objetar que sua classe sócio-profissional constitui o cerne do trabalho no sistema produtivo brasileiro (seu em si‑para si); e que, além da consciência da realidade social, aporta a inteligência orgânica na idéia de nação; se você disser isso, um membro da clique econômico-dominante no regime de poder o acusará de socialista festivo ou de hermafrodita e poderá processá-lo por obsoletismo.
Pode também que algum integrante da "esquerda comissionada pelo poder" o denuncie por irregularidade ideológica e comportamento absolutamente inadequado "à dinâmica da luta de classes em nosso querido Brasil". Bem... não há muito que fazer se você já tiver alguma idéia. De qualquer modo, você se lembra do "Comportamento Geral, do Gonzaguinha: "...Você merece, você merece! Tudo vai bem, tudo legal...".
Quem canta seus males espanta; com ou sem superávit primário. E nós sempre podemos cantar, ou não?
Curitiba, 17/7/2008

walmormarcellino@terra.com.br
Coordenador De Imprensa do Fórum Popular Contra o Pedágio

sexta-feira, 18 de julho de 2008

PPS DE SANTA CATARINA TEM NOVO ORGÃO DE COOPERAÇÃO

Ocorreu em Joinville no último dia 10 a reunião que criou o novo orgão de cooperação do PPS de Santa Catarina, o PPS/Afro que já existe naquele município agora ganha contornos estaduais.
Estimulados pelo então secretário geral do PPS, ex-deputado Dércio Knop e pela JPS/SC, os companheiros constituíram a Comissão Provisória, que segundo o vice-presidente do PPS-Afro/SC, José Olimpo, a Comissão vai incentivar a criação do segmento afro nos municípios catarinenses; promover um encontro estadual do segmento do PPS catarinense, onde proporá um programa estadual, com base na proposta de reforma do PPS - Afro/Jlle. Após um ano, no máximo, de funcionamento da Comissão será feito o 1º Congresso Estadual, afirma Olimpio.
Como ficou a Comissão:
Presidente: Norberto Gilo Miguel;
Vice: José Olímpio Ribas de Oliveira
Secretário: Juliano Santana
Secretária Executiva: Alessandra Bernardina;
1º Tesoureiro: Luiz Alberto Rodrigues
2º Tesoureiro: Sandro Daumiro da Silva;
1º Relações Públicas e Coordenador de Eventos: José Adilson de Toledo
2º Relações Públicas: Edson Basil;
Membros: Lorena Rabello de Toledo e Maria Praxedes Miranda Rodrigues.

sábado, 12 de julho de 2008


MENOS ACIDENTES

Lei da tolerância zero ao álcool reduz acidentes de trânsito
Ministério da Saúde diz que número de atendimentos caiu, em média, 24% em 14 unidades do Samu
O Ministério da Saúde divulgou os primeiros números oficiais sobre os efeitos da lei da tolerância zero ao álcool nos acidentes de trânsito. O rigor na fiscalização já produziu resultados, segundo informações do Jornal Nacional. No Distrito Federal, o número de atendimentos diários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), caiu 40% desde o início da lei.
Essa mudança não foi registrada só no Distrito Federal. O levantamento do Ministério da Saúde revela que, com menos de um mês de existência, a nova lei já reduziu as operações de resgate em boa parte do país. O número de atendimentos caiu, em média, 24% em 14 unidades do Samu. A maior redução foi registrada em Niterói, no Rio de Janeiro. — Bastante alentador saber que a lei seca produziu esse impacto, porque, para nós, é importante não só salvar vidas, mas evitar que as pessoas se envolvam em acidentes que coloquem a vida em risco — declarou Maria Juraci de Andrade Dutra, coordenadora do Samu de Niterói. — Significa 200, 300 mil pessoas a menos com lesões de gravidade.
Significa economia de recursos hospitalares e de reabilitação e de manutenção da capacidade produtiva dessas pessoas em prol da sociedade brasileira — declarou Cloer Vescia Alves, coordenador-geral de urgência do Ministério da Saúde.

PROJETO CONTRA "FICHA SUJA" IMPEDIRIA UMA EM CADA CINCO CANDIDATURAS, DIZ JUIZ

Dados levantados pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) nos tribunais regionais eleitorais indicam que, caso o projeto sobre políticos com “ficha suja” que tramita no Senado fosse aprovado e já estivesse em vigor, entre 15% e 20% dos candidatos registrados para estas eleições teriam problemas para participar do pleito – em média, um em cada seis. A estimativa é do secretário-geral da AMB, o juiz Paulo Henrique Machado.
A associação pesquisa, desde o início do mês, os antecedentes dos candidatos às eleições deste ano. Inicialmente estão sendo compilados os dados dos concorrentes às vagas de prefeito nas capitais, mas a intenção é divulgar até outubro informações sobre os 12.940 candidatos ao cargo no País.
Para obter os dados, a AMB contatou todos os 3.200 juízes eleitorais do País e percorreu diversos cartórios. Mas, segundo Machado, tem havido algumas dificuldades para receber as informações, inclusive por pressões políticas locais. Ele afirma que alguns juízes relutam em enviar cópias das certidões criminais – que os candidatos são obrigados a entregar à Justiça Eleitoral. “Há um receio, uma preocupação com a divulgação, o que não faz sentido, já que é uma questão de garantir o acesso a informações que são públicas”, diz.
A lei atual determina que um político só se torna inelegível se condenado em última instância – quando não é mais possível recorrer. Na última terça, porém, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou projeto que altera esta lei. Pelo texto, que ainda precisa ir a votação no plenário da Casa e na Câmara, fica proibida a candidatura de políticos condenados – ainda que em primeira instância – por crimes eleitorais, corrupção, improbidade administrativa ou com penas superiores a dez anos de detenção.
O tema voltou à tona no início de junho, quando, respondendo a consulta, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, por 4 votos a 3, o entendimento de que as candidaturas de políticos com "ficha suja" devem ser permitidas, a menos que eles já tenham sido condenados sem possibilidade de recorrer.
A AMB entrou com liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão. O texto deve ir à votação no Supremo em agosto. A comissão do Senado, então, decidiu votar o projeto de lei a respeito, que há anos tramita na Casa.
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), afirmou que a proposta iria à votação no plenário antes do recesso parlamentar, que começa no próximo dia 17. Mas os líderes partidários decidiram adiar a discussão, dizendo não ter chegado a um consenso.
Muitos congressistas são alvo de inquéritos ou processos, referentes principalmente a peculato (utilizar-se do cargo para apropriação ilegal de dinheiro), má gestão de recursos públicos e compra de votos, e poderiam ser diretamente atingidos pela nova lei.
Réus
Segundo dados divulgados pelo projeto Excelências, da ONG Transparência Brasil, nada menos que 213 dos 513 deputados (41%) têm algum tipo de pendência com a Justiça ou com tribunais de contas.
No Senado – a despeito da diferença que alguns vêem entre seus integrantes e a Câmara – o percentual é praticamente o mesmo: estão nesta situação 33 dos 81 senadores (40%).
Entre os 88 congressistas que são candidatos neste ano, o percentual é menor, 12% - 11 são alvo de inquéritos ou ações penais.
Paulo Henrique Machado teme que o adiamento da votação no Senado “esfrie” o assunto e possibilite o arquivamento do projeto. “Quando é pressionado pela opinião pública, o Congresso acena com uma resposta, ainda que não seja efetiva”, afirma. “Mas receamos que, caso o projeto demore para ser votado, a pressão popular diminua e o Senado acabe engavetando. Tememos que, se não for votado agora, o assunto só volte à tona em 2010 – e aí, como agora, não vai dar tempo de votar para as eleições daquele ano”, conclui ele.
A AMB considera a proposta “um avanço”, mas diz acreditar que a lei atual já deveria ser suficiente para evitar a candidatura daqueles com problemas na Justiça. “A emenda constitucional de 94 estabeleceu que seria preciso proteger a probidade administrativa e a moralidade e, para isso, deveria ser considerada a vida pregressa do candidato”, diz Machado.
O diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo, tem opinião semelhante: “Considerar que a candidatura só pode ser impedida em caso de trânsito em julgado é uma interpretação da lei eleitoral muito restrita, tímida. A lei define claramente que deve ser respeitado o princípio de moralidade”.
Concurso público
Os dois usam o mesmo exemplo para criticar o entendimento atual: o fato de que, diferentemente do que ocorre com os políticos, um cidadão não pode prestar concurso público caso tenha processos pendentes.
“Um político, que tem uma posição muito mais importante, pode ser um meliante de quatro costados”, diz Abramo. “O cidadão comum não pode prestar um concurso para policial se tiver inscrição no Serasa, e o político vai ao tribunal e diz: ‘Estou resolvendo isso, ainda não há uma condenação definitiva’, e fica tudo bem”, compara Machado.
O juiz rebate o argumento de que impedir a candidatura antes do trânsito em julgado seria uma “condenação prévia”. Segundo ele, “é preciso fazer uma ponderação de valores. Qual dano seria maior? Uma pessoa não poder se candidatar, apesar de ainda não ter sido condenada em definitivo, ou essa pessoa ser eleita e cometer danos irreparáveis? O interesse coletivo se sobrepõe ao individual. Ao impedir uma candidatura, não se está condenando ninguém – isso só ocorre na área penal. É uma decisão eleitoral.”