A solenidade, que aconteceu no presídio feminino Talavera Bruce, contou com a presença da Deputada Federal Marina Maggessi (PPS-RJ), que por Emenda Orçamentária e através da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, disponibilizou para o projeto 2,3 milhões, do secretário estadual de Administração Penitenciária Coronel Cesar Carvalho, além dos representantes do F4: o rapper MV Bill, da CUFA, Guti Fraga, do Nós do Morro, Jose Junior, do Grupo Cultural AfroReggae e Elionalva de Souza, do Observatório das Favelas.
Há um ano atrás a CUFA (Central Única de Favelas), o Grupo Cultural Afroreggae, o Nós do Morro e o Observatório das Favelas se uniram e criaram o "F4 - Favela a quatro". A idéia inicial era unir forças para o desenvolvimento de uma série de ações sociais em conjunto. Nesta primeira etapa do projeto foram escolhidos os presídios de Bangu 1,2, 3 e 4 e o Talavera Bruce (feminino). Cada instituição oferecerá um pouco de sua expertise. A CUFA ministrará aulas de basquete de rua e de grafite.
O AfroReggae ficará responsável pelas oficinas de percussão, capoeira e informática. O Nós do Morro dará aulas de teatro e dança. Por fim, o Observatório promoverá cursos de audiovisual e fotografia.
As atividades serão desenvolvidas até o fim de 2009. Neste período, estima-se que 650 internos e internas participem do Rebelião Cultural. Ao final do projeto, o F4 promoverá a publicação de uma pesquisa, um documentário e um livro refletindo sobre os resultados conquistados nesse primeiro ano de sua implementação.
O representante do AfroReggae, José Junior, passou a palavra para o membro de sua instituição, Norton, que relatou a todos sua história de ex-presidiário que conseguiu reintegrar-se à sociedade, dando a volta por cima. Ele deixou palavras de incentivo às detentas, pois assim como ele, muitas delas também poderiam reconstituir suas famílias.O Coronel César Rubens Monteiro de Carvalho ressaltou a importância do projeto para as detentas que querem a reintegração na sociedade e disse que as oportunidades estão sendo oferecidas pela parceria de todos os envolvidos no Projeto.
As atividades serão desenvolvidas até o fim de 2009. Neste período, estima-se que 650 internos e internas participem do Rebelião Cultural. Ao final do projeto, o F4 promoverá a publicação de uma pesquisa, um documentário e um livro refletindo sobre os resultados conquistados nesse primeiro ano de sua implementação.
As atividades serão desenvolvidas até o fim de 2009. Neste período, estima-se que 650 internos e internas participem do Rebelião Cultural. Ao final do projeto, o F4 promoverá a publicação de uma pesquisa, um documentário e um livro refletindo sobre os resultados conquistados nesse primeiro ano de sua implementação.
Deputada Marina Magessi/contato: dep.marinamaggessi@camara.gov.br
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