Santa Catarina
Luiz Henrique está pela bola sete
O governo Luiz Henrique (PMDB-SC) corre o sério risco de não chegar ao fim do ano. Hoje faz uma semana que mais dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votaram pela cassação do mandato dele sob a acusação de ter feito propaganda ilegal quando era candidato à reeleição.
São sete os ministros do TSE. O presidente, Marco Aurélio Melo, vota em casa de empate. O placar está 3 x 0 - pela cassação. O ministro Marcelo Ribeiro pediu vistas do processo. Seu voto deverá ser conhecido na próxima semana. Votarão em seguida os rigorosos Cezar Peluso e Ayres Britto.
Se apenas um deles votar pela cassação, restará a Luiz Henrique apelar para o Supremo Tribunal Federal, que não costuma reformar decisões tomadas pelo TSE. Há sempre a possibilidade de algum ministro que já votou mudar de lado. Mas no caso é improvável que isso ocorra.
O primeiro a votar foi o relator José Delgado, em novembro último. Relator não volta atrás. O segundo, Ari Pargendler, pediu vistas do processo, estudou-o a fundo e deu seu voto pela cassação. O terceiro foi Geraldo Grossi que se aposentará hoje como ministro. Não concorda em ser reconduzido ao cargo.
A ação impetrada junto ao TSE que pede a cassação do mandato do governador tem 196 páginas - um exagero. A defesa, apenas seis - uma temeridade. Luiz Henrique não levou a ação a sério. Afinal, até hoje o TSE só cassou o mandato de dois governadores - e ambos do norte e nordeste do país.
Meteu-se em uma enrrascada feia. Se for cassado, seu substituto será Espiridião Amim, a quem derrotou na última eleição.
Luiz Henrique está pela bola sete
O governo Luiz Henrique (PMDB-SC) corre o sério risco de não chegar ao fim do ano. Hoje faz uma semana que mais dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votaram pela cassação do mandato dele sob a acusação de ter feito propaganda ilegal quando era candidato à reeleição.
São sete os ministros do TSE. O presidente, Marco Aurélio Melo, vota em casa de empate. O placar está 3 x 0 - pela cassação. O ministro Marcelo Ribeiro pediu vistas do processo. Seu voto deverá ser conhecido na próxima semana. Votarão em seguida os rigorosos Cezar Peluso e Ayres Britto.
Se apenas um deles votar pela cassação, restará a Luiz Henrique apelar para o Supremo Tribunal Federal, que não costuma reformar decisões tomadas pelo TSE. Há sempre a possibilidade de algum ministro que já votou mudar de lado. Mas no caso é improvável que isso ocorra.
O primeiro a votar foi o relator José Delgado, em novembro último. Relator não volta atrás. O segundo, Ari Pargendler, pediu vistas do processo, estudou-o a fundo e deu seu voto pela cassação. O terceiro foi Geraldo Grossi que se aposentará hoje como ministro. Não concorda em ser reconduzido ao cargo.
A ação impetrada junto ao TSE que pede a cassação do mandato do governador tem 196 páginas - um exagero. A defesa, apenas seis - uma temeridade. Luiz Henrique não levou a ação a sério. Afinal, até hoje o TSE só cassou o mandato de dois governadores - e ambos do norte e nordeste do país.
Meteu-se em uma enrrascada feia. Se for cassado, seu substituto será Espiridião Amim, a quem derrotou na última eleição.
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