quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

PREFEITO DARINÓQUIO

Pergunta que não quer calar: O ato compulsivo à mentira é uma carcterística pessoal ou uma orientação partidária?
ENTÃO O PREFEITO MENTIU?

O prefeitoDário finalmente mandou a resposta que a procuradora da República Analúcia Hartmann tinha pedido. Vocês lembram? Depois da enchente o prefeito saiu dizendo que não tomou medidas preventivas porque tinha decisão judicial que o impedia de mexer na bacia do Itacorubi.
Aí a procuradora subiu nas tamancas e pediu pra ver qualiera a decisão que estava engessando a prefeitura.
Pois bem, na cartinha enviada dia 19, o Dr. Jaime, o procurador do município, confessa que procurou, procurou, mas não achou as tais decisões.
Dário deve ter pensado que responder ele mesmo à requsição da Procuradora, seria se mixar. Estabelecer algum diálogo, conversar como gente grande que quer o melhor para a cidade, nem pensar. Quis partir para o confronto.Como dizia naqueles dias: “essa procuradora não vai pautar a Prefeitura”. E mandou o Dr. Jaime responder.O resultado não poderia ser mais constrangedor: o prefeito acabou desmentido não só pela procuradora da República, mas também pelo procurador do município. E ainda é capaz de acabar tendo que se explicar na Justiça, por ter lançado esse aleivo.
A NOTA DA PROCURADORA
SANTA MÔNICA: COMUNICADO À IMPRENSA
Complementando o esclarecimento feito por este MPF após as inundações ocorridas nesta capital, em 31 de janeiro do corrente ano, informo que recebi em data de ontem uma correspondência assinada pelo Procurador Geral do Município, Dr. Jaime de Souza, o qual esclarece que efetivamente não há qualquer decisão judicial que impeça a Prefeitura Municipal de, na forma da legislação em vigor, adotar providências para minorar ou solucionar os problemas sofridos pelo bairro Santa Mônica.
Admite o poder executivo municipal, portanto, não serem verdadeiras as lamentáveis afirmações publicadas na imprensa local, as quais atribuíram falsamente ao Ministério Público e ao Judiciário Federal a responsabilidade pela ausência de medidas administrativas naquela região.
Analúcia Hartmann
Procuradora da República

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