Candidatos a deputado estadual e federal se mobilizam para abocanhar estado inteiro
Os entre atos da eleição estão dando o ar de sua graça, alguns pré-candidatos já começam a ensaiar apoios e contatam potenciais aliados para cuidarem da campanha em suas regiões.
Dono do mundo
Mas a história é sempre a mesma, postulantes na Assembleia ou a Camara de Deputados
imaginam-se super catalisadores de votos e saem de suas regiões, às vezes investindo até mais do que necessário, ou se comprometendo excessivamente e esquecem que os votos que lhe darão oportunidades reais para estarem nas Casas Legislativas estão em suas respectivas regiões. É suicídio de campanha tentar persuadir lideranças do partido, ou apoiadores de outras regiões para si, além de aparentar uma interferência no espaço de outro companheiro de chapa, jamais aglutinará tanto quanto um candidato nativo, esse apoio deve vir primeiro, de forma natural, são os apoios solidários e naturais que surtem mais efeito, e não a caça deles.
Há casos de exceção, unanimidades que vencem a barreira da disputa e consolidam-se no nome, como o caso do deputado federal Fernando Coruja que obteve uma boa votação em todo o estado, mas isso é uma caminhada que é construída durante um determinado tempo e já com condições de estadualizar seu nome.
Evidente que todo o apoio é bem vindo, todos os votos que “pingarem” pode exercer influência no final das contas, mas os candidatos superestimam isso, e passam a se comportar como verdadeiros postulantes ao governo do estado ou ao Senado Federal, é o supra sumo da ingenuidade eleitoral e política, morrem na praia.
Agora, se o candidato já exerce um trabalho amplo, e que lhe proporcione um aro maior de apoiamentos, é estratégico começar desde logo a mapear os colaboradores, formando uma rede de lideranças regionais para fluir a estratégia de campanha.
Dinheiro e estrutura
Clássico é o candidato que promete tudo e mais um pouco, mas na hora da verdade, quando a campanha está na rua, o ingênuo postulante começa a perceber que tudo o que detém na sua campanha deve ser centrado na sua região, e nos municípios que estão mais próximos da sua sede.
Mas aí o estrago já foi feito, e o tiro geralmente sai pela culatra, de apoiamentos e colaboradores, ganha má fama e acima de tudo pessoas que exercerão suas lideranças no sentido contrário.
Uma campanha é cara, a estrutura deve ser montada com meses de antecedência, mas o que vence eleição é também a organização e o poder de capilarizar sua campanha com apoios espontâneos, e a estes deve ser destinados os materiais e qualquer estrutura que o candidato possa viabilizar, é o apoio mais seguro e sincero.
O segredo da vitória está na organização e no poder de aglutinação, dinheiro e estrutura são peça para dar condições aos colaboradores de buscarem os votos que favorecerão a vitória.
Se o candidato andar conforme o tamanho de suas pernas e a palavra que deverá ser empenhada junto as lideranças que farão a base de sustentação de sua campanha, o êxito poderá estar mais perto do que pensa.
imaginam-se super catalisadores de votos e saem de suas regiões, às vezes investindo até mais do que necessário, ou se comprometendo excessivamente e esquecem que os votos que lhe darão oportunidades reais para estarem nas Casas Legislativas estão em suas respectivas regiões. É suicídio de campanha tentar persuadir lideranças do partido, ou apoiadores de outras regiões para si, além de aparentar uma interferência no espaço de outro companheiro de chapa, jamais aglutinará tanto quanto um candidato nativo, esse apoio deve vir primeiro, de forma natural, são os apoios solidários e naturais que surtem mais efeito, e não a caça deles.Há casos de exceção, unanimidades que vencem a barreira da disputa e consolidam-se no nome, como o caso do deputado federal Fernando Coruja que obteve uma boa votação em todo o estado, mas isso é uma caminhada que é construída durante um determinado tempo e já com condições de estadualizar seu nome.
Evidente que todo o apoio é bem vindo, todos os votos que “pingarem” pode exercer influência no final das contas, mas os candidatos superestimam isso, e passam a se comportar como verdadeiros postulantes ao governo do estado ou ao Senado Federal, é o supra sumo da ingenuidade eleitoral e política, morrem na praia.
Agora, se o candidato já exerce um trabalho amplo, e que lhe proporcione um aro maior de apoiamentos, é estratégico começar desde logo a mapear os colaboradores, formando uma rede de lideranças regionais para fluir a estratégia de campanha.
Dinheiro e estrutura
Clássico é o candidato que promete tudo e mais um pouco, mas na hora da verdade, quando a campanha está na rua, o ingênuo postulante começa a perceber que tudo o que detém na sua campanha deve ser centrado na sua região, e nos municípios que estão mais próximos da sua sede.
Mas aí o estrago já foi feito, e o tiro geralmente sai pela culatra, de apoiamentos e colaboradores, ganha má fama e acima de tudo pessoas que exercerão suas lideranças no sentido contrário.
Uma campanha é cara, a estrutura deve ser montada com meses de antecedência, mas o que vence eleição é também a organização e o poder de capilarizar sua campanha com apoios espontâneos, e a estes deve ser destinados os materiais e qualquer estrutura que o candidato possa viabilizar, é o apoio mais seguro e sincero.
O segredo da vitória está na organização e no poder de aglutinação, dinheiro e estrutura são peça para dar condições aos colaboradores de buscarem os votos que favorecerão a vitória.
Se o candidato andar conforme o tamanho de suas pernas e a palavra que deverá ser empenhada junto as lideranças que farão a base de sustentação de sua campanha, o êxito poderá estar mais perto do que pensa.
Por Alisson Luiz Micoski*, presidente da JPS-SC
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