A eleição, pela terceira vez, de Michel Temer (PMDB-SP) e José Sarney (PMDB-AP), respectivamente para a presidência da Câmara e do Senado, evidencia a carência de novas lideranças políticas no país, nos partidos, no Parlamento e também na sociedade.
Nada contra os dois políticos, que reúnem todas as condições e qualidades para conduzir com dignidade e eficiência a presidência das Casas para as quais foram eleitos. Trata-se apenas de uma constatação.
Se no Congresso, que ainda possui muitos quadros forjados no combate à ditadura militar, especialmente a partir da militância nos movimentos estudantil e sindical, constata-se a carência de nomes para ocupar os postos de mando, imagine o que acontecerá no futuro.
É realmente preocupante a questão do recrutamento político das novas gerações com o envelhecimento dos militantes forjados no período de resistência democrática, à direita e à esquerda, em que as pessoas, na luta política, eram movidas por ideais.
Por Antônio Augusto de Queiroz, Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). LEIA ARTIGO COMPLETO: http://congressoemfoco.ig.com.br/DetForum.aspx?id=26419
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