“QUANTO DINHEIRO A SENHORA TEM AÍ?”
E o Dr. Fernando Slovinski na TV, hem?
Que feio... De família tradicional, gente conhecida, podia ter passado sem essa. E o pior é que, segundo me contam, ele não era o único. E até desconfio que aquela graninha não ficava toda com ele (tem que “remunerar” a “equipe”, certo?)
[Para ler a reportagem da RBS, clique aqui]
Sou um crítico de coração mole e, de vez em quando, dou sugestões para que o governo possa fazer, com os limões, limonadas. Que tal aproveitar a deixa e fazer uma revolução no Hospital dos Servidores (e a seguir em todos os hospitais públicos)? Meter a mão nos feudos, acabar com a pouca vergonha, reduzir as filas de espera que só servem para que os espertos ganhem um troco (troco pra eles, porque para a família do doente às vezes são economias de anos) e devolver o hospital à sua condição de hospital de referência. Mas referência real, não apenas no papel. Lugar de saúde, de recuperação e, principalmente, de orgulho para os contribuintes e para os servidores. Como, aliás, um dia foi.
Não é coisa muito cara, mas exige vontade política e coragem. Muita coragem. Requer alma de estadista, porque terá que enfrentar resistências quase centenárias. Mas tenho absoluta certeza que a população, que anda acabrunhada e envergonhada com os serviços de saúde que recebe em troca dos impostos, saberá reconhecer quando vir uma mudança concreta. Que tal, hem? Isso sim, seria uma forma nova de fazer política.
Cezar Valente
http://deolhonacapital.blogspot.com/
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