De acordo com o último levantamento do ACD, dos R$ 64 milhões cobrados pelo TCE-RS entre 2002 e 2005, R$ 43 milhões (ou 67%) foi devolvido aos cofres públicos ou está em fase de cobrança judicial. Outro 1,48% não está sendo monitorado pelo projeto por razões como arquivamento por valores irrelevantes, cancelamento do caso ou envio de representação ao Ministério Público. O restante – R$ 20 milhões, ou 31% – ainda não está sendo monitorado pelo ACD por não ter sido analisado previamente pelos auditores do setor.
Apesar disso, as tabelas mostram que só R$ 2 milhões do dinheiro público, ou 3%, foi efetivamente devolvido. Para a coordenadora do projeto, o importante é conseguir ajuizar a cobrança na Justiça para que o crédito não “caduque” com o tempo. “Algumas execuções estão suspensas porque as pessoas não têm bens para pagar, mas, duas vezes por ano, nós revisamos isso. Se a pessoa comprar um fusquinha, a gente vai atrás”, afirma Ana Lúcia.
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