Hoje acontecerá mais um espetáculo vergonhoso para o Brasil, em mais um ato da tragicomédia do Senado Federal, seu presidente “ licenciado” , senador Renan Calheiros do PMDB já conta com largos 50 votos à favor de sua absolvição.
A partir desta nova vitória de Renan e do certo conformismo do povo brasileiro de que as regras das quais todos nós devemos nos submeter são diferentes para parte da classe política do país traça-se algo que fere de morte a Magna Carta, o fato de para os “representantes do povo” o (péssimo) costume instaurado nos acordos obscuros deram origem a um Ordenamento Legal próprio.
Renan Calheiros é o símbolo medíocre de uma política deteriorada, onde a própria oposição se apequena pois muitos dos “pecados” do alagoano são práticas corriqueiras de diversos colegas no Congresso, vergonhoso saber que crimes cometidos pelo presidente licenciado são um naco perto do que é feito nas esferas do poder.
O conformismo foi instaurado, não se fala mais em “ Fora Renan”, pois as entidades e movimentos de classe (cadê a CUT? Onde está a UNE?OAB?) e até os veículos de comunicação, silenciaram, tudo porquê muitos de seus membros também tem interesses difusos neste emaranhado jogo criado pelos novos tempos do poder central.
Portanto, a perversa simbologia do político anda a passos largos para sua perpetuação, onde de forma até irônica o Estado lança propagandas contra a Pirataria dando a conotação que o dinheiro ali entregue movimenta o submundo do crime, mas na outra ponta, o cidadão pagador de impostos que em tese deveriam financiar ações do poder público, em grande parte acabam por transformarem-se em vantagens aos interesses de grupos políticos, financeiros e outros que hoje estão na mesa do rei.
Renan Calheiros não é culpado, ele é fruto de um sistema criado que está em franco desenvolvimento e que se alimenta da própria sociedade. As leis distintas estão aí, e os políticos estão sabendo administrar com muita presteza suas cláusulas pétreas deste monstruoso ordenamento.
A partir desta nova vitória de Renan e do certo conformismo do povo brasileiro de que as regras das quais todos nós devemos nos submeter são diferentes para parte da classe política do país traça-se algo que fere de morte a Magna Carta, o fato de para os “representantes do povo” o (péssimo) costume instaurado nos acordos obscuros deram origem a um Ordenamento Legal próprio.
Renan Calheiros é o símbolo medíocre de uma política deteriorada, onde a própria oposição se apequena pois muitos dos “pecados” do alagoano são práticas corriqueiras de diversos colegas no Congresso, vergonhoso saber que crimes cometidos pelo presidente licenciado são um naco perto do que é feito nas esferas do poder.
O conformismo foi instaurado, não se fala mais em “ Fora Renan”, pois as entidades e movimentos de classe (cadê a CUT? Onde está a UNE?OAB?) e até os veículos de comunicação, silenciaram, tudo porquê muitos de seus membros também tem interesses difusos neste emaranhado jogo criado pelos novos tempos do poder central.
Portanto, a perversa simbologia do político anda a passos largos para sua perpetuação, onde de forma até irônica o Estado lança propagandas contra a Pirataria dando a conotação que o dinheiro ali entregue movimenta o submundo do crime, mas na outra ponta, o cidadão pagador de impostos que em tese deveriam financiar ações do poder público, em grande parte acabam por transformarem-se em vantagens aos interesses de grupos políticos, financeiros e outros que hoje estão na mesa do rei.
Renan Calheiros não é culpado, ele é fruto de um sistema criado que está em franco desenvolvimento e que se alimenta da própria sociedade. As leis distintas estão aí, e os políticos estão sabendo administrar com muita presteza suas cláusulas pétreas deste monstruoso ordenamento.
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