Questionado sobre a informação de que teria usado passagens da Câmara para viajar com a mulher a Paris, o corregedor da Casa, ACM Neto (DEM-BA), diz que "isso pode ter acontecido". "Mandei fazer um levantamento, pode ter sido um reembolso da Varig", afirma o deputado, a quem caberá examinar o uso de bilhetes por seus pares.
Sobre seu próprio caso, sentencia: "Não há ilícito. A passagem era vista como uma vantagem do parlamentar, que economiza. Não tem que devolver porque não houve erro. A Casa toda fez". E não está na hora de moralizar? "Acho que está na hora de a Casa ter coragem de se defender. Estão colocando nomes de pessoas sérias como se fossem bandidos! Acho que a imprensa quer fechar o Congresso."
Sobre seu próprio caso, sentencia: "Não há ilícito. A passagem era vista como uma vantagem do parlamentar, que economiza. Não tem que devolver porque não houve erro. A Casa toda fez". E não está na hora de moralizar? "Acho que está na hora de a Casa ter coragem de se defender. Estão colocando nomes de pessoas sérias como se fossem bandidos! Acho que a imprensa quer fechar o Congresso."
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