Disputas locais desafiam PT e PMDB para acordo em 2010
Apesar do clima de lua de mel entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a cúpula peemedebista, em mais de dez Estados a relação entre PT e PMDB está bem longe de ser classificada como harmoniosa.
As discórdias se concentram em importantes colégios eleitorais, como São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia, que juntos têm cerca de 47% do total de 130,4 milhões de eleitores do país.
A dificuldade em montar palanques estaduais pode se transformar num dos principais empecilhos para a viabilização da coligação entre PT e PMDB nas eleições presidenciais de 2010.
Para reduzir a ala dissidente do partido que hoje prega o afastamento do PT, a pré-candidata Dilma Rousseff (Casa Civil) terá de trabalhar para apagar alguns incêndios.
Na Bahia, PMDB e PT se distanciaram na eleição municipal do ano passado, num conflito que opôs o governador Jaques Wagner (PT) e o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e antecipou a disputa pelo governo do Estado, cargo almejado pelos dois.
O racha pode ser evitado se Geddel ganhar o cargo de vice numa chapa de Dilma.
Apesar do clima de lua de mel entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a cúpula peemedebista, em mais de dez Estados a relação entre PT e PMDB está bem longe de ser classificada como harmoniosa.
As discórdias se concentram em importantes colégios eleitorais, como São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia, que juntos têm cerca de 47% do total de 130,4 milhões de eleitores do país.
A dificuldade em montar palanques estaduais pode se transformar num dos principais empecilhos para a viabilização da coligação entre PT e PMDB nas eleições presidenciais de 2010.
Para reduzir a ala dissidente do partido que hoje prega o afastamento do PT, a pré-candidata Dilma Rousseff (Casa Civil) terá de trabalhar para apagar alguns incêndios.
Na Bahia, PMDB e PT se distanciaram na eleição municipal do ano passado, num conflito que opôs o governador Jaques Wagner (PT) e o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e antecipou a disputa pelo governo do Estado, cargo almejado pelos dois.
O racha pode ser evitado se Geddel ganhar o cargo de vice numa chapa de Dilma.
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