Exatamente 90 dias depois ter o mandato cassado sob acusação de quebra de decoro parlamentar por suposto envolvimento na Operação Moeda Verde, o vereador Marcílio Ávila (PMDB) foi reconduzido ao cargo nesta segunda-feira à noite, em meio a festa de correligionários e ataques a adversário na Câmara da Capital.
Acompanhado dos advogados Péricles Prade e Nelson Nappi, Ávila chegou à Câmara pouco depois das 18h. Em mãos, trazia intimação assinada pela juíza Rosane Portella Wolff, ordenando a imediata restituição de seu cargo.
Às 19h05min, Ávila foi declarado empossado no cargo de vereador. Sob os aplausos do público presente nas galerias, o ex-presidente da Câmara foi até a tribuna e disse, entre outras coisas, que faltava "honra a muitos vereadores".
Como não podia ler o discurso completo, já que a sessão era solene, e não ordinária, Ávila foi para a rampa de acesso ao plenário. Dali, com um megafone, leu as cinco páginas que trazia consigo para o público que o assistia da Rua Anita Garibaldi.
Começou dizendo que não voltava com raiva, mas "com forte mágoa". Em seguida, partiu para uma série de ataques contra a vereadora Ângela Albino (PCdoB), relatora do seu pedido de cassação.
Já o vereador licenciado Alexandre Filomeno Fontes (PP), um dos maiores defensores da cassação de Ávila, foi acusado de supostas irregularidades no uso de verbas da Federação Catarinense de Surfe (Fecasurf), entidade que preside.
Marcílio Ávila disse que nesta terça-feira, às 14h30min, deve apresentar à imprensa e ao Ministério Público as provas das irregularidades.
Acompanhado dos advogados Péricles Prade e Nelson Nappi, Ávila chegou à Câmara pouco depois das 18h. Em mãos, trazia intimação assinada pela juíza Rosane Portella Wolff, ordenando a imediata restituição de seu cargo.
Às 19h05min, Ávila foi declarado empossado no cargo de vereador. Sob os aplausos do público presente nas galerias, o ex-presidente da Câmara foi até a tribuna e disse, entre outras coisas, que faltava "honra a muitos vereadores".
Como não podia ler o discurso completo, já que a sessão era solene, e não ordinária, Ávila foi para a rampa de acesso ao plenário. Dali, com um megafone, leu as cinco páginas que trazia consigo para o público que o assistia da Rua Anita Garibaldi.
Começou dizendo que não voltava com raiva, mas "com forte mágoa". Em seguida, partiu para uma série de ataques contra a vereadora Ângela Albino (PCdoB), relatora do seu pedido de cassação.
Já o vereador licenciado Alexandre Filomeno Fontes (PP), um dos maiores defensores da cassação de Ávila, foi acusado de supostas irregularidades no uso de verbas da Federação Catarinense de Surfe (Fecasurf), entidade que preside.
Marcílio Ávila disse que nesta terça-feira, às 14h30min, deve apresentar à imprensa e ao Ministério Público as provas das irregularidades.
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