A vereadora e apresentadora de TV, Soninha Francine, acaba de se filiar ao PPS e será candidata a prefeita de São Paulo. Palmeirense de coração, Soninha Francine também é professora e radialista. Ela deixa o PT, onde sua postura crítica teria causado desconforto à legenda. Sua saída também se deve ao descontentamento com os rumos do Partido dos Trabalhadores, após chegar à presidência da República.
A nova pepessista garante que não mudará seu comportamento em relação a alguns pontos ideológicos. E diz que o fato de PPS ser um partido socialista também a ajudou na escolha. Soninha dirige uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) voltada para educação e cultura de crianças, adolescentes e jovens, e recentemente assumiu a presidência do Instituto Gol Brasil, que luta pela transparência e moralidade no futebol. “Achei interessante o convite: venha ser independente com a gente”, brinca ao relatar pontos da negociação para entrar na nova agremiação.
Seu ingresso no partido ocorreu nesta quinta-feira (27), na capital paulista, onde disputará a prefeitura. A mais nova parlamentar do PPS diz que “entrou no jogo” para valer, mas tem consciência de que há muito caminho para percorrer. Por outro lado, descarta partir para a obsessão de vencer o pleito. “Claro que se disputa uma eleição querendo ganhar, não tenha dúvida. Mas a obsessão pela vitória leva a uma porção de coisas erradas já na campanha eleitoral”, esclarece.
A pré-candidata diz estar preocupada com o crescimento desordenado da cidade, situação do sistema de transporte e com a qualidade de vida do paulistano em geral.
Na Câmara municipal de São Paulo, Soninha integra a Comissão Extraordinária de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude.
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