quarta-feira, 15 de agosto de 2007

APAGÃO QUE ATINGIU CAPITAL PODE VOLTAR A ACONTECER

150 mil pessoas ficaram sem luz na época enquanto o governador LHS foi para Joinville


Sistema de transmissão de energia de Florianópolis opera no limite, diz Celesc


O rompimento de um cabo da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) que deixou cerca de 150 mil moradores do Norte da Ilha sem energia elétrica nesta quarta-feira pode voltar a acontecer.

A rede de energia que abastece a área está desgastada, segundo informações do gerente Regional da Celesc em Florianópolis, Luis Carlos Facco. Ele disse nesta quarta-feira que a estatal está se articulando para construir uma nova rede.
– A rede que estamos usando atualmente para levar energia àquela área da cidade está operando no limite e nós sabemos disso. Mas já estamos na fase de licitação para a construção de uma nova rede, mais potente e resistente – disse Facco.
O diretor técnico da Celesc, Eduardo Sitonio, disse que a nova rede de transmissão deve ser conluída antes do fim do ano. Até que a nova rede fique pronta, a que está em uso deve ser melhorada.
A Celesc prevê aumentar a potência dele, praticamente dobrando a capacidade dos dois geradores: passará de 26 MVA (uma unidade de medida de energia) a 40 MVA cada um.
Nesta terça-feira de madrugada, por dois minutos, toda a Ilha ficou sem luz. A cidade de Palhoça, com 102 mil habitantes, onde fica a subestação da Celesc que abastece a maior parte da Ilha, também ficou as escuras por esse tempo. O problema no fornecimento foi pouco sentido por causa do horário. A Celesc informou que Florianópolis e Palhoça ficaram totalmente sem luz por dois minutos porque o sistema de fornecimento de energia é desligado automaticamente, por motivos de segurança, sempre que acontece algum problema na rede.A estatal informou que o sistema apontou de imediato o ponto do rompimento, mas que as primeiras equipes só conseguiram chegar ao local às 3h30min e que a escuridão e o terreno acidentado no meio da mata dificultaram o trabalho.

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